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| Giuliana Kauark sendo recebida em abril de 2010, pelo então secretário de Cultura, Bené Sena. |
Utilizando o “Direito de Resposta” concedido hoje pela manhã pela rádio Jequié FM (89,7), no programa “Bom dia Jequié”, a diretora geral de Espaços Culturais da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Giuliana Kauark (graduada em comunicação pela Universidade Federal da Bahia), fez muitos esclarecimentos com relação à gestão das taxas de utilização do Centro Estadual de Cultura ACM, cujo modelo de gestão foi questionado em entrevista concedida ontem (27) pelo atual secretário de Cultura e Turismo de Jequié, Prof. Robério Chaves.
“O funcionamento do Centro de Cultura de Jequié segue uma orientação padrão aplicada à gestão de todos os espaços culturais administrados pela Secult no estado da Bahia. Os valores para à utilização do espaço cultural estão muito bem definidos e são deduzidos percentuais específicos dos borderôs dos espetáculos, uma prática legal utilizada em todos os centros culturais privados ou públicos. O acompanhamento dessa dedução financeira dos borderôs é feito pelos coordenadores dos centros de cultura que, logo em seguida, efetua o depósito dos recursos em conta geral do estado da Bahia. Uma outra categoria que utilizamos, é o “contrato específico de permuta” (serviços), aplicado apenas em situações emergenciais que, de outra forma, demandaria um tempo maior para resolução do problema (citando serviço de reparo realizado recentemente no telhado).
Questionada sobre a manutenção do espaço cultural, Kauark acrescentou: “Estamos trabalhando sempre pela melhoria e manutenção física de todos os espaços culturais geridos pela SecultBA. Estamos solucionando muitos problemas, inclusive, os que foram gerados pela Prefeitura de Jequié na época em que tínhamos uma gestão compartilhada no caso do Centro de Cultura ACM. O estado da Bahia já solicitou a elaboração da planilha financeira ao órgão competente para que seja executada a manutenção do Centro de Cultura de Jequié, a exemplo do Centro de Cultura de Itabuna que terá os trabalhos de manutenção iniciados o quanto antes,” destacou.
Diferente da entrevista ocorrida ontem, com o secretário Robério Chaves, o espaço oferecido pela emissora de rádio, dedicado aos esclarecimentos da diretora de Espaços Culturais da SecultBA, sofreu algumas intervenções da sociedade com o direcionamento de perguntas à servidora pública, que rebateu e desqualificou às acusações desferidas ontem pelo secretário municipal de Cultura e Turismo. (Alysson Andrade)
Lei no site "Gicult" outras informações relacionadas ao assunto: ("Na rádio FM, secretário Robério atira até no pé")
“O funcionamento do Centro de Cultura de Jequié segue uma orientação padrão aplicada à gestão de todos os espaços culturais administrados pela Secult no estado da Bahia. Os valores para à utilização do espaço cultural estão muito bem definidos e são deduzidos percentuais específicos dos borderôs dos espetáculos, uma prática legal utilizada em todos os centros culturais privados ou públicos. O acompanhamento dessa dedução financeira dos borderôs é feito pelos coordenadores dos centros de cultura que, logo em seguida, efetua o depósito dos recursos em conta geral do estado da Bahia. Uma outra categoria que utilizamos, é o “contrato específico de permuta” (serviços), aplicado apenas em situações emergenciais que, de outra forma, demandaria um tempo maior para resolução do problema (citando serviço de reparo realizado recentemente no telhado).
Questionada sobre a manutenção do espaço cultural, Kauark acrescentou: “Estamos trabalhando sempre pela melhoria e manutenção física de todos os espaços culturais geridos pela SecultBA. Estamos solucionando muitos problemas, inclusive, os que foram gerados pela Prefeitura de Jequié na época em que tínhamos uma gestão compartilhada no caso do Centro de Cultura ACM. O estado da Bahia já solicitou a elaboração da planilha financeira ao órgão competente para que seja executada a manutenção do Centro de Cultura de Jequié, a exemplo do Centro de Cultura de Itabuna que terá os trabalhos de manutenção iniciados o quanto antes,” destacou.
Diferente da entrevista ocorrida ontem, com o secretário Robério Chaves, o espaço oferecido pela emissora de rádio, dedicado aos esclarecimentos da diretora de Espaços Culturais da SecultBA, sofreu algumas intervenções da sociedade com o direcionamento de perguntas à servidora pública, que rebateu e desqualificou às acusações desferidas ontem pelo secretário municipal de Cultura e Turismo. (Alysson Andrade)
Lei no site "Gicult" outras informações relacionadas ao assunto: ("Na rádio FM, secretário Robério atira até no pé")










